segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Um Ícone Da Comunição

Luiz Beltrão de Andrade Lima nasceu em 8 de agosto de 1918, em Olinda, Pernambuco. É considerado um dos principais nomes na história da teoria da comunicação e nos estudos comunicacionais em geral.

Sua vida estudantil iniciou-se no seminário de Olinda, onde começou ter a paixão pelos estudos e pela escrita.

Saindo do seminário, ele seguiu para o Colégio Estadual de Pernambuco onde freqüentou o ginásio, e começou à participar dos grêmios literários;isto teve uma forte influencia em sua vida literária.

Após terminar o ginásio ele cursou a Faculdade de Direito de Pernambuco.
Já sua entrada para o jornalismo, iniciou-se no Diário de Pernambuco, começou como revisor e em dois dias foi promovido para arquivista de clichê.

E durante 25 anos atuou no jornalismo de Pernambuco, passou pelo Diário da Manhã, onde chegou ao cargo de chefia de reportagem e foi dentro da redação que surgiu o interesse pelo ensino de jornalismo.
Filiou-se a Associação de Imprensa de Pernambuco, onze anos depois foi eleito presidente em três mandatos consecutivos.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Os homens de hoje

O homem cada vez mais descobrem novas formulas científicas, inventam mil coisas...

Coisas que nos ajudam no nosso dia-a-dia, é bem melhor usar um aspirador de pó do que a vassoura, colocar a roupa na máquina ao invés de você mesmo lava-las, ou ate mesmo saber o que se passa no mundo todo.

O homem se tornou muito inteligente, sempre com novas inventos que facilitam a vida.Mas do que adianta essa inteligência toda?

Se não sabem fazer um gesto de carinho para os que o cercam
se tornando materialista colocando os bens materiais na frente dos sentimentos.

O homem moderno é forte luta pelo seus objetivos, a carreira; os bens,mas ele não se sente mais.Esta virando uma máquina como as que ele mesmo invento.

Ter sentimos, senti amor, isso se torno coisa de idiota brega,(acho que estou brega hoje) de pensa que o brega de hoje de foi a moda por muitas décadas .

As pessoas vivem na correria frenética de trabalho,festas, Mas e o amor?

Não adianta tanta inteligência e novas descobertas porque na verdade o homem se tornou pequeno e mesquinho.
Tornando-se um analfabeto em questões de sentimentos.

O engraçado que todos tentam fugir de ser “brega” mas não estão felizes assim, então porque não correr o risco, dar uma chance.A vida é feita de acertos e erros,mas temos que tentar sempre, como diz Arnaldo Jabor “antes idiota que infeliz”.

Apaixona-se

Apaixona-se por você pois só descobrimos o amor quando gostamos de nos mesmos.

Apaixona-se por aquele sorriso que te faz perde o fôlego.
Apaixona-se por aquela pessoa que faz seu coração bater mais forte...
Apaixona-se pela melodia que você pode ser para alguém...

Apaixona-se por alguém que faça você se sentir importante,
Apaixona-se por aquela pessoa que cuide de você,que faça você sorrir.......
Apaixona-se por aquele cara todo intelectual, mas que curta balada também ....

Apaixona-se por aquele que faz sua mão suar, aquele te da um friozinho na barriga...
Apaixona-se por um beijo que te deixe sem ar...
Apaixona-se por aquele que faça você se sentir linda sempre, mesmo sem estar toda produzida...
Apaixona-se por alguém que te de saudades...

Apaixona-se sempre!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A ideologia é um fenômeno histórico-social decorrente do modo de produção econômico.

À medida que, numa formação social, uma forma determinada da divisão social se estabiliza, se fixa e se repete, cada indivíduo passa a ter uma atividade determinada e exclusiva, que lhe é atribuída pelo conjunto das relações sociais, pelo estágio das forças produtivas e pela forma da propriedade.

Cada um, por causa da fixidez e da repetição de seu lugar e de sua atividade, tende a considerá-los naturais (por exemplo, quando alguém julga que faz o que faz porque tem talento ou vocação natural para isso; quando alguém julga que, por natureza, os negros foram feitos para serem escravos; quando alguém julga que, por natureza, as mulheres foram feitas para a maternidade e o trabalho doméstico).

A naturalização surge sob a forma de idéias que afirmam que as coisas são como são porque é natural que assim sejam. As relações sociais passam, portanto, a ser vistas como naturais, existentes em si e por si, e não como resultados da ação humana. A naturalização é a maneira pela qual as idéias produzem alienação social, isto é, a sociedade surge como uma força natural estranha e poderosa, que faz com que tudo seja necessariamente como é. Senhores por natureza, escravos por natureza, cidadãos por natureza, proprietários por natureza, assalariados por natureza, etc..

A divisão social do trabalho, iniciada na família, prossegue na sociedade e, à medida que esta se torna mais complexa, leva a uma divisão ente dois tipos fundamentais de trabalho: o trabalho material de produção de coisas e o trabalho intelectual de produção de idéias. No início, essa segunda forma e trabalho social é privilégio dos sacerdotes; depois, torna-se função de professores e escritores, artistas e cientistas, pensadores e filósofos.

Os que produzem idéias separam-se dos que produzem coisas, formando um grupo à parte. Pouco a pouco, à medida que vão ficando cada vez mais distantes e separados dos trabalhadores materiais, os que pensam começam a acreditar que a consciência e o pensamento estão, em si e por si mesmos, separados das coisas materiais, existindo em si e por si mesmos. Passam a acreditar na independência entre a consciência e o mundo material, entre o pensamento e as coisas produzidas socialmente. Conferem autonomia à consciência e às idéias e, finalmente, julgam que as idéias não só explicam a realidade, mas produzem o real. Surge a ideologia como crença na autonomia das idéias e na capacidade de as idéias criarem a realidade.

Grupo dos que Pensam

Ora, o grupo dos que pensam – sacerdotes, professores, artistas, filósofos, cientistas – não nasceu do nada. Nasceu não só da divisão social do trabalho, mas também de uma divisão no interior da classe dos proprietários ou classe dominante de uma sociedade. Como conseqüência, o grupo pensante (os intelectuais) pensa com as idéias dos dominantes; julga, porém, que tais idéias são verdadeiras em si mesmas e transformam idéias de uma classe social determinada em idéias universais e necessárias, válidas para a sociedade inteira.

Como o grupo pensante domina a consciência social, tem o poder de transmitir as idéias dominantes para toda a sociedade, através da religião, das artes, da escola, da ciência, da filosofia, dos costumes, das leis e do direito, moldando a consciência de todas as classes sociais e uniformizando o pensamento de todas as classes.

Os ideólogos são membros da classe dominante e das classes aliadas a ela, que, como intelectuais, sistematizam as imagens e as idéias sociais da classe dominante em representações coletivas, gerais e universais. Essas imagens e idéias não exprimem a realidade social, mas representam a aparência social do ponto de vista dos dominantes. São consideradas realidades autônomas que produzem a realidade material ou social. São imagens e idéias postas como universais abstratos, uma vez que, concretamente, não corresponde à realidade social, dividida em classes sociais antagônicas. Assim, por exemplo, existem na sociedade, concretamente, capitalistas e trabalhadores, mas na ideologia aparece abstratamente o Homem.

A ideologia torna-se propriamente ideologia quando não aparece sob a forma do mito, da religião e da teologia. Com efeito, nestes, a explicação sobre a origem dos seres humanos, da sociedade e do poder político encontra a causa fora e antes dos próprios humanos e de sua ação, localizando a causa originária nas divindades. A ideologia propriamente dita surge quando, no lugar das divindades, encontramos as idéias: o Homem, a Pátria, a Família, a Escola, o Progresso, a Ciência, o Estado, o Bem, o Justo, etc.

Com isso, podemos dizer que a ideologia é um fenômeno moderno, substituindo o papel que, antes dela, tinham os mitos e as teologias. Com a ideologia, a explicação sobre a origem dos homens, da sociedade e da política encontra-se nas ações humanas, entendidas como manifestação da consciência ou das idéias. Assim, por exemplo, julgar que o Estado se origina das idéias de estado de natureza, direito natural, contrato social e direito civil é supor que a consciência humana, independentemente das condições históricas materiais, pensou nessas idéias, julgou-as corretas e passou a agir por elas, criando a realidade designada e representada por elas.

Que faz a ideologia? Oferece a uma sociedade dividida em classes sociais antagônicas, e que vivem na forma da luta de classes, uma imagem que permite a unificação e a identificação social – uma língua, uma religião, uma raça, uma nação, uma pátria, um Estado, uma humanidade, mesmos costumes.
Assim, a função primordial da ideologia é ocultar a origem da sociedade (relação de produção como relações entre meios de produção e forças produtivas sob a divisão social do trabalho), dissimular a presença da luta de classes (domínio e exploração dos não-proprietários pelos proprietários privados dos meios de produção), negar as desigualdades sociais (são imaginadas como se fossem conseqüência de talentos diferentes, da preguiça ou da disciplina laboriosa) e oferecer a imagem ilusória da comunidade (o Estado) originada do contrato social entre homens livres e iguais. A ideologia é a lógica da dominação social e política.

Porque nascemos e somos criados com essas idéias e nesse imaginário social, não percebemos a verdadeira natureza de classe do Estado. A resposta á Segunda pergunta de Marx, qual seja, por que a sociedade não percebe o vínculo interno entre poder econômico e poder político, pode ser respondida agora: por causa da ideologia.
(Do livro: Filosofia. Ed. Ática, São Paulo, ano 2000, pág. 216-219)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Como Funciona as Eleições nos EUA

Nos EUA, o presidente não é eleito pelo voto direto, mas por uma instituição chamada colégio eleitoral. De acordo com a Constituição Americana, a escolha do presidente e seu vice depende de delegados estaduais, estes sim escolhidos pelos eleitores.

Basicamente cada um dos 50 estados tem direito a um número de delegados proporcional ao total de representantes que possui no Congresso Nacional - um para cada deputado e um para cada dois senadores.

Isto faz com que o tamanho e o número de estados em que cada candidato venceu tenha muito mais peso no resultado final da eleição do que o número de votos total feitos por cada um. Explicando melhor: no dia da eleição presidencial cada eleitor vota no candidato a presidente de sua preferência.

Este voto, entretanto, não é computado em uma eleição direta (como acontece no Brasil), mas sim, escolhe uma comissão de delegados que representará o seu estado no colégio eleitoral.
O partido do candidato que ganha a maioria dos votos no estado elege sua comissão e o candidato (ou candidatos) que perder naquele estado não ganha nenhum delegado.

Estes "eleitores especiais" podem votar em qualquer nome, mas normalmente votam no candidato pelo qual foram eleitos. Aquele que receber metade mais um dos votos do colégio eleitoral é declarado o novo presidente e assume no dia 6 de janeiro do ano seguinte ao da eleição.
Em apenas duas ocasiões, o a decisão do Colégio Eleitoral foi diferente do visto nas urnas. A mais recente delas foi em 2000, quando George W. Bush, obteve 47,87%, contra 48,38% do candidato democrata, Al Gore, que mesmo com 500 mil votos a mais ficou longe da Casa Branca.

Sem Sistema Eleitoral

O país simplesmente não tem um sistema eleitoral nacional. Cada estado escolhe a melhor maneira de computar e contar seus votos.

Em 2000, por exemplo, o resultado da votação demorou quase um mês para ser anunciado porque a Flórida tinha um tipo de cédula que levou milhares de eleitores a votarem errado. Com uma diferença mínima entre os candidatos, aqueles poucos votos, que foram recontados manualmente, tiveram o poder de decidir a eleição.

Homem Racional versus Irracional

Aristóteles definiu o homem como um ser racional,mas tenho controvérsias a respeito disso.


O homem é irracional,ele faz fofoca, ele se veste com a roupa da moda, de grife preocupado com que os outros vão achar dele.
Mas do que tudo ele se importa com o que o semelhante acha dele e isto depende sua alegria ou tristeza.

Ele não tem um dia alegre quando simplesmente fecha um grande negocio ou o dólar cai; ele tem um dia especial quando passa momentos com as pessoas que ama, quando recebe um carinho.
Tudo porque por mais racional que o homem tende ser,acaba se tornando impossível.

Porque todo homem para se sentir completo, precisa de atenção gestos de carinho, de amar e ser amado.O homem racional fica somente na hora dos negócios.Ele chora vendo um filme,se alegra brincando com o filho. Aristóteles que me desculpe mas todo homem é irracional

domingo, 2 de novembro de 2008

Infância do Surgimento ao Desaparecimento

A concepção atual de infância é associada a uma aura de inocência, pureza e ingenuidade, a criança deve ser protegida dos “segredos dos adultos; tais como aqueles relativos à violência e o sexo”. Esta concepção atual inexistia ate o fim da idade média .

Adultos e crianças medievais compartilhavam não só dos mesmos ambientes sociais, mas do mesmo ambiente informacional, de um mesmo não saber: eram ambos analfabetos, as escolas não são desconhecidas na idade média algumas delas estavam ligadas à igreja ou outras particulares. O modo medieval de aprender era pela oralidade, e não havia espaço para uma divisão entre infância e adulto.

Neste contexto, surge renascença após uma revolução promovida pela palavra imprensa que sociabiliza a necessidade de alfabetização, Thomas Phaire publica em 1954 publica o primeiro livro de pediatria, que veio promover um novo modo de organizar o pensamento.

Tornando rotineiras as escolas, hierarqueriza o conhecimento por faixa etária,dissemina a noções de pudor, limites entre criança e adulto.

Desta forma, surgiu um parâmetro pode-se dizer, para diferenciar adultos e crianças, os primeiros seriam aqueles que sabiam ler e escrever, as últimas aquelas que deveriam passar por um processo gradual e lento, ate adquirem este saber.

Locke promoveu a teoria da infância ao expor sua idéia de que a mente é uma folha em branco, deste modo recai sobre os pais e mestres uma grande responsabilidade que será escrito na mente.
A função da escola,ganhou fundamental importância, à escolarização se atribuiu à tarefa de ensinar as crianças à via de acesso aos saberes que circulavam no mundo dos adultos e prepará-las através da disciplirização.

Na modernidade, trouxe valores diferentes dos medievais, e um novo modelo de organização familiar.
Todavia este modelo familiar, hoje parece estar em crise, é crescente o número de casais separados.Nas últimas décadas, as transformações tecnológicas têm engrenado mudanças sócias psicológicas, configurando-se como um dos principais valores de subjetivação da contemporaneidade.

A televisão inviabiliza a proteção da criança (tão valorizada pelos modernos) do acesso aos segredos dos adultos, que antes desvendavam nos livros ou pela experiência. Portanto, os universos simbólicos de adultos e crianças, estão expostos na televisão para ambos.

Cabe aos pais ou responsáveis tomar atitudes positivas e coerentes no sentido de evitar o uso indevido da televisão por seus filhos. Não é uma tarefa fácil. Se não vê na própria casa, vêem na casa dos amigos, dos vizinhos, dos parentes.

Com esse argumento, muitos pais simplesmente desistem de exercer seu controle e acabam por não se importar que seus filhos fiquem acordados até tarde e até colocam televisão nos quartos.

A TV acaba se tornando uma conveniente “babá eletrônica”, que mantém os filhos quietos enquanto os pais trabalham ou se ocupam com outros afazeres.