quarta-feira, 7 de abril de 2010

Dia Do Jornalista

Apesar das turbulências que a profissão vive no seu cotidiano,
tanto as decorrentes da imprevisibilidade da nossa rotina
quanto as provocadas por tentativas de desvalorização,
trata-se de um ofício reconhecido pela sociedade como de suma importância para a sustentação da democracia no país.

Sem a garra e o esmero do jornalista, o Brasil seria uma nação com carências ainda maiores no que se refere ao sagrado bem público da informação, tão valioso para a construção da cidadania.

O Dia do Jornalista é um momento de reflexão sobre nosso presente e futuro, principalmente diante de avanços tecnológicos tão acelerados que ocorrem em todo o mundo.

A data é um chamado à luta por melhores condições de trabalho, um clamor por mais respeito por parte de um sistema midiático concentrador ainda refém de arcaicas relações de poder e uma conclamação por mais dignidade, esta seriamente arranhada pela infeliz decisão do STF em extingüir a exigência da formação superior específica da regulamentação.

No entanto, o Dia do Jornalista é um motivo para expressar o orgulho de pertencermos
a uma categoria mergulhada na fascinante dinâmica da própria vida e na muitas
vezes surpreendente engrenagem que movimenta os fatos.
Portanto, mais uma vez parabéns aos repórteres, editores, chefes e secretários de redação,
chefes de reportagem, redatores, produtores, pauteiros, âncoras, repórteres fotográficos e cinematográficos,
diagramadores, ilustradores, assessores de imprensa, professores e estudantes de jornalismo !

Feliz Dia Nacional do Jornalista!

DIPLOMA DE JORNALISTA Antônio Álvares da Silva Professor titular da Faculdade de Direito da UFMG

A recente decisão do STF, tornando desnecessária a exigência de diploma para o
exercício do jornalismo, contém um erro de análise do mundo e das coisas que nele
existem.

A Constituição garante o exercício de qualquer profissão – art. 5º, XIII, mas ressalva que a lei pode impor condições. Esta restrição leva em conta o interesse público da profissão, as exigências técnicas para seu exercício e o significado que tem para a sociedade. Para algumas profissões, estas exigências são óbvias: não se poderia conceber que um prático operasse o cérebro de uma pessoa ou que um pedreiro fizesse o cálculo estrutural de um edifício.

Outras vezes, as restrições não se ligam a impedimentos imediatos. Têm um objetivo
mais amplo que diz respeito a interesses morais, políticos e sociais da vida comunitária.

Exige-se então que a pessoa tenha formação que envolva valores mais altos e refinados,cuja exatidão não se mede com números, mas com habilitação cultural e humanística
solidamente construída. Não se pode permitir que alguém se intitule professor de
filosofia, depois da leitura de dois autores, nem de história, depois de estudar dois
manuais.

É aqui que se situa a profissão de jornalista. Ele não é apenas um homem da palavra e
da redação de textos que trabalha em alguma seção de jornal. A sociedade precisa de
informação para tudo. O homem moderno não pode conhecer diretamente a
complexidade dos dados e acontecimentos que hoje se agitam na complexa organização
social em que vivemos. Por isto, tem que se servir dos órgãos de informação, ou seja, da atividade jornalística, na qual se abrigam conhecimentos técnicos, éticos e políticos, de fundamental importância e significado social, exatamente porque forma opinião e divulga a verdade.

Gay Talese, o grande jornalista americano, disse recentemente, em entrevista à Veja,
que o jornalismo é a mais bela das profissões, porque não esconde nem protege um
mundo irreal, como acontece muitas vezes com políticos, juízes, militares, empresários e várias outras que, muitas vezes, preservam um mundo que não corresponde à realidade.
Pelo contrário, o bom jornalismo expõe a verdade ao povo, com coragem e
determinação. Vara a casca dos corporativismos. Desmascara governos, falsidades de
ministros e falaciosas versões oficiais. Mostra realidades ocultas e subtendidas, como atualmente faz com o Senado Federal. Só mesmo uma imprensa e jornalistas livres
poderiam desempenhar tão grande e significativa façanha.

Portanto, além da formação técnica, do jornalista se exige conhecimento humanístico,
filosófico, político e social. Como se pode escrever sobre a reforma do Judiciário, a
rebelião do Irã, o problema árabe-israelense, a crise econômica mundial se não tiver
conhecimentos especializados e gerais? Como pode interpretar um fato político e social se não possuir aparato técnico e cultural para a tarefa?

Estes conhecimentos, evidentemente, só se colhem nas Faculdades que são o manancial
do saber puro, independente, descompromissado, holístico e completo. O conhecimento
humano, principalmente nos dias de hoje, é por demais complexo para ser
empiricamente apreendido. Exige esforço, dedicação e estudo. E isto só se faz com
reflexão acadêmica.

A inexigência de diploma banalizou a profissão de jornalista. Reduziu-a a um empirismo barato e insignificante, cuja condição de exercício será agora apenas de um estágio e um mero registro num ministério, como se tão singelas formalidades fossem suficientes para o desempenho de uma profissão tão nobre e exigente.

Por que os órgãos da grande imprensa brasileira (Veja e Folha de São Paulo, por
exemplo) louvaram a extinção do diploma? Se foi para baixar custos e contratar

jornalistas baratos, estas empresas não enfrentarão a concorrência e em breve fecharão as portas. A razão é outra. O jornalista diplomado é um homem consciente de seus

deveres. Exerce sua profissão com independência. Constitui sindicatos fortes e atuantes.

Negocia coletivamente salários. Faz greve. Questiona a imprensa de interesses que age
apenas como empresa, de olhos postos na vantagem econômica e não na missão social e
política que dela se espera.

O jornalista diplomado e conhecedor de sua profissão divide o poder com o dono da
empresa jornalística. Sua opinião tem peso. É independente. Tudo isto é visto como
ameaça e está no fundo da argumentação contra o diploma pelos empregadores.

O Min. Gilmar Mendes, relator do processo, deu um exemplo: um
chef pode ser um excelente mestre de culinária. Mas isto não significa que toda refeição deva ser por ele

feita. Se a lição for seguida, os processos não precisam necessariamente de advogados e juízes. Podem ser conduzidos por rábulas. A medicina não necessita dos grandes médicos. Pode ser exercida por enfermeiros. As grandes construções não carecem de engenheiros e calculistas. Bastam as mãos experientes de pedreiros e serventes.

Então, a ciência e o saber aprofundados se tornarão descartáveis. Em nome da plena
autonomia, todos estarão livres para viver na superficialidade das coisas. Fecharemos as portas da universidade para a ciência e abriremos suas janelas para o mundo do empirismo e do conhecimento sem sistema. Em nome da liberdade estaremos usando o meio mais seguro de matá-la.

domingo, 4 de abril de 2010

Páscoa

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

A palavra advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.

Como surgiu o Chocolate

O "Theobroma” é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico do chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.

Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.

Além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro.


Coelho


A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Uma Mulher a Frente de Seu Tempo



Eleanor Roosevelt, essa mulher que se preocupava como bem-estar da humanidade e ficou conhecida como a mulher dos direitos do homem, teve a vida pessoal marcada pela infelicidade.

Quando nova era humilhada pela mãe por chama-la de patinho feio, depois casou-se com Franklin Delano Roosevelt; aonde reinou ao lado dele na Casa Branca por 12 anos.Sofreu nas mãos da sogra que foi contra ao casamento, teve seis filhos sendo que um morreu aos dois anos.

Seu casamento era apenas de aparências, no entanto esteve ao lado do marido ate seu leito de morte e Franklin ate o fim manteve-se em contato com a amante.
Eleanor virou um ícone do povo americano e deixou sua marca no país e no mundo, defendendo os pobres, os explorados, reivindicando um lugar de destaque para a mulher na sociedade.

Ela também usava os jantares para checar providências tomadas e entregava-lhe pilhas de memorandos para ler à noite.Franklin, dizia uma piada muito repetida na capital americana, rezava toda noite “senhor, por favor, cansai Eleanor um pouco.”
Atraiu inimigos, não faltou quem não a chama-se de comunista por sua defesa aos trabalhadores , e choveram piadas sobre sua feiúra

Ela foi eleita a mulher mais admirada dos Estados Unidos, e chamada pelo presidente Harry Truman que sucedeu Roosevelt, de a primeira-dama do mundo.
E em dezembro de 1945, ele nomeou-a delegada americana para primeira reunião das Nações Unidas. Eleanor infernizou a delegação Russa e presidiu a comissão que esboçava os direitos humanas.

Na segunda guerra mundial, ela levava mensagens do presidente para os soldados americanos em todos cantos do mundo. Numa visita a um hospital, no Pacífico Sul, deixou seus acompanhantes oficiais escandalizados ao apertar a mão de alguns pacientes e beija-los: não haveria problema nenhum se eles na fossem da ala de doenças venéreas.

A declaração, que inspirou inúmeras iniciativas no planeta em favor dos oprimidos e das minorias , foi aprovado em dezembro de 1948 com toda Assembléia Geral aplaudindo Eleanor de pé.
A ONU aprovou a Declaração dos Direitos Humanos., para isto o trabalho de uma mulher foi fundamental, Eleanor Roosevelt, que inspirou ódio e admiração como nenhuma outra. Joseph Lash escreveu um livro sobre sua vida, Eleanor: Os anos de solidão.

Ela morreu de tuberculose em 7 de novembro de 1962, depois de ajudar na criação da organização das nações unidas em favor das crianças, o Unicef. Mais uma herança de sua luta que foi triunfo assim como as sua batalhas pessoais para conseguir uma identidade a parte da família e do marido, para enfrentar suas inseguranças e depressões, transformar suas fraquezas em força.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dia da Mentira

Em 24 de fevereiro de 1582, 1627 anos depois de proclamado o calendário de Júlio César na antiga Roma ( calendário Juliano ), o papa Gregório XIII criou o calendário gregoriano, de 365 dias, 5h 48m20s, em uso até hoje.

No calendário gregoriano, temos três anos de 365 dias seguidos por um de 366 dias, denominado bissexto. De 400 em 400 anos, três anos bissextos são suprimidos.
Imediatamente aceito nos países católicos, entretanto só foi aceito pela Grã-Bretanha e colônias, em 1752, Japão em 1873, Rússia em 1923 e pela China em 1949. Algumas nações que adotavam o calendário Juliano, mantinham a comemoração do ano novo em 25 de março, estendendo a festividade até o primeiro de abril. Entre elas, a Inglaterra e a França.

Com a adoção do calendário gregoriano, o ano novo passou oficialmente para 1° de janeiro. Como os menos avisados continuassem a festejá-lo segundo o costume antigo, 1° de abril ficou conhecido como o “dia dos tolos” - ou o “dia da mentira”.

História Do Cinema



alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455211052125110738" />





A data oficial do nascimento do cinema, foi em 28 de dezembro de 1895,neste dia leva-se a efeito a primeira projeção pública cinematográfica, no Salão Indiano do “Grand Café”, no Boulevar em Paris.Nessa primeira sessão paga, de entre a série de filmes exibidos, o primeiro foi novamente “La Sortie des Usines Lumièri”(Saída dos Trabalhadores das Fabricas Lumiere).No grupo de filmes dessa sessão mostrou-se também a primeira comédia da história,”L`Arroseur Arrosé”(O Regador Regado),a primeira cena familiar,”Lê Reujeuner du Bebé”(O Almoço do Bebê) e “L Arriveé du Train em Gare” (A chegada do Comboio á Estação).

Era isto o cinema naqueles primeiros tempos, nada mais do que “fotografias móveis”que assombravam por sua semelhança com a realidade.
Um dos primeiros a condenar o cinema ao fracasso,foi nada mais nada menos que seu inventor,Louis Lumiere.Os irmãos Lumiere tinham o cinema somente como um modo de imprimir a realidade;o cinema era um passageiro meio técnico de mostrar “o que se vê”.Meilies e Lumiere são diferentes a este grau:um quis virar os olhos para fora,mostrar o mundo, o outro preferiu vira- los para dentro,para o mundo interior,da magia,das fantasias humanas, das pessoas.
O dialogo entre o Bem e o Mal continha algo da mesma naquilo é essência do cinema.
A América estava nessa época lotada de emigrantes europeus que não falavam inglês e que na necessidade de uma distração para a dura vida que levavam, acorriam em massa ao espetáculo dos filmes mudos. Na América surgem entretanto as antepassados mais recentes das atuais salas de cinema, são os Nickel Odeons, assim chamados em gíria américa, a moedinha de cinco cêntimos que custava cada entrada era chamado de nicke.Tudo filmado em cenários naturais, com muito movimento.Uma história de “nosso tempo”.
Em 23 de outubro de 1927 era exibido The Jazz Singer, o primeiro filme com som, o som parecia como uma “curiosidade” , agora as fotografias em movimento falavam e tudo.Mas só em 1929 que surgiu o primeiro filme inteiramente falado.

Chegam então os tais loucos anos 60(finais do 50-inicio dos 60).Os anos franceses resolvem dizer que esta tudo errado e numa como quem não quer a coisa, criam um movimento que ficariam como Novelle Vangue francesa.Como eles gostam de intelectualizar tudo, este cinema tem bases bem teóricas.

Nos anos 30, Chaplin teme o fracasso do seu City Lights (1931), agora que se fala em moda.Mas o filme é um sucesso, assim como “Modern Times”(1936).Esta é sem duvida a época de ouro de Frank Capra, realizador americano nascido na Sicília.Faz comédias românticas, leves, impregnadas de moral e consciência americana.
No Pós-guerra surgem vários movimentos : desenvolve-se com a força a escola inglesa de documentários nos anos 50.

No País dos Soviéticos


O cinema era o meio de comunicação de um país de vários milhões de analfabetos, num país onde a cultura visual é riquíssima e lhes corre nas veias : basta-nos ver o inacabável número de pintores russos; basta-nos ver as suas igrejas.O cinema era o mais poderoso meio de propaganda e informação.Tornando-se imperativo desenvolver o cinema e desenvolve-lo do lado da lei.Avangard russo foi um dos mais mexidos e experimentalistas da época.
Poucos são os dramas pessoais , as intrigas amorosas- não há tempo para isso numa terra que sonha com o fim da fome e e o aniquilamento do inimigo.


Na Alemanha


Na primeira metade dos anos 20, a Alemanha entra no movimento que se haveria de ficar conhecido como Expressionismo Alemão.Um grande nome do Expressionismo,foi Friedrick Murneau.Em paralelo com Expressionismo havia na Alemanha dos anos 20 um outro movimento se mostrava muito forte que mostrava o homem indefeso perto do destino, regido por leis e a eles alheias.A idéia de fatalismo encarnada destes filmes acabou por levar realizadores desta corrente para o mundo das histórias encantadas, dos mitos do passado ou do futuro.Passava-se para o cinema o tal fatalismo da mitologia germânica.O principal representante dessa corrente foi um nome que viria ser um dos mostros do cinema mundial; Fritz Lang.

Cinema Italiano

O primeiro encontro entre a cultura e o cinema na Itália teve a participação do escritor Gabriele D’Annuzio e culminou quando ele se associou com Giovanni Pastore(na tela, Piero Fosco) em Cabiria, em 1914, síntes dos superespetáculos italianos e modelos para industria cinematográfica da década de 1920.Nesse filme Pastore usou cenários gigantescos, empregou pela primeira vez a técnica do travelling, fazendo a câmera deslocar sobre um carro, e usou iluminação artificial, fato notável para época.

Na França

Os irmãos Lafitte fundaram uma pequena empresa chamada “Film D’ Art” , a inovação desta firma é o esforço que fizeram em tentar, pela primeira vez no cinema cativar o público através de nomes conhecidos.São as primeiras obras de escritores famosos , o cinema começou a sair do anonimato.
Se Lumière foi o pai do cinema, Méliès foi o pai dos efeitos especiais , Méliès foi o pai do cinema como arte, como fantasia.
Os irmãos Lumière criaram o cinema do olhar- olhar o mundo, a informação ( a reportagem, reels, crônicas).Criou Méliès o cinema de ver além do olhar, ver-nos a nós próprios, ver os sonhos, que podem ser olhados(cinema da ficção)

Hollywood

Thomas Edison ganha a sua guerra nos Estados Unidos.Argumentando ter registrando uns anos antes o Kinetoscópio consegue que 24 de outubro de 1907, os tribais americanos proíbem todas as projeções de filmes.Só com George Eastman, o dono da Kodak, tinha 90% do monopólio da fabricante de filme.E pretendia criar um cartel com as grandes sociedades americanas, só aceitando os estrangeiros Path´e Méliès, que ele admirava.Assim , 1909 surge nos EUA o trust da união das 10 maiores produtoras da época, com objetivo de monopolizar toda produção e distribuição cinematográfica.Por mais incrível que possa parecer hoje, Hollywood surgiu como contestação ao cinema oficial ou melhor surgiu para fugir da policia.
Nova York já concentrava a produção cinematográfica em 1907, época em que Edwin S. Porter se firmara como diretor de estatura internacional. Descobridor de grandes talentos como atrizes Mary Pickford e Lílian Gish, os grandes ações paralelas, consagrados em The Birth of Nation(1915, o nascimento da nação) e Intolerante(1916), epopéias que conquistaram a admiração do público e da crítica. Ao lado de Griffith é preciso destacar Thomas H. Ince, outro grande inovador estético diretor de filmes de faroeste que já continham todos os tópicos do gênero num estilo épico dramático.
Hollywood, focalizou os heróis e vilões da saga da conquista do oeste em filmes de ação como Stagecoach, e muitos outros de John Ford. Populariza-se na década de 1930 os filmes de gângster.

Cinema Brasileiro

A chegada do cinema no Brasil deu-se em 8 de julho de 1896, com inauguração cinematográfica dos irmãos Lumière, a versão aponta o pionerismo do registro da baía de Ganabara pelo italiano Afonso Segreto .Em 1911, chegou a primeira missão do capitalismo norte-americano interessados em investir no cinema no Brasil.Atores dos EUA protagonizam o drama das matas de Mato Grosso. Os filmes estrangeiros começam a tirar espaço dos nacionais , que por alguns anos sobrevivem dos cinejornais .
Em 1915, radicou-se em São Paulo o italiano Vittorio Capellaro,que produzia os primeiros épicos e adaptações literarias no país.De 1912 a 1922, foram produzidos pouco mais de 60 filmes no Rio de Janeiro, que passava dividir a atenção com outros estados.

No final do cinema mudo no Brasil foi marcado pelo aparecimento de duas obras que alinhavam o Brasil com as vanguardas européias da época: documentário São Paulo, sinfonia de metrópole (1929), de Rodolfo Lustig e Adalberto Kemeny.
A cinédia continuaria produzindo musicais como Coisas nossas(1913) e Alô, alô Brasil(1935), dirigido pelo norte-americano Wallace downey. O estúdio produziu, ainda, diversas comédias de Luis de Barros e foi alugado à equipe de Orson Welles em 1942 para as filmagens de É tudo verdade. Em 1946, lançou O ébrio, de Gilda afreu, o maior sucesso do país por muitos anos A Cinédia atravessaria as décadas seguintes servindo principalmente à televisão.

Também na década de 30 destacam-se as atividades da Brasil Vita Filme, no Rio de Janeiro, propriedade da atriz, produtora e diretora portuguesa Carmen Santos, cognominada “a grande dama do cinema brasileiro”. Ela produziu, entre outros, Favela dos meus amores (1935), primeira abordagem das populações dos morros cariocas no cinema, e a comédia Cidade-mulher (1936), de Humberto Mauro.
A Atlântida, cujo principal acionista a partir de 1947 era Luís Severiano Ribeiro Jr., dono da maior empresa exibidora do pais, beneficiou-se da lei de 1946 que criava a primeira reserva de mercado para filme brasileiro.
O cinema novo, já sem coesão, entrou pelos anos 1970 revisitando temas do Modernismo (Joaquim Pedro de Andrade), aproximando-se do movimento propicalista (Brasil ano 2000, de Walter Lima Jr.) e enveredando pelas alegorias para escapar à censura militar (Os herdeiros, 1969, de Carlos Diegues, Azyllo muito louco, 1970, de Nelson pereira dos Santos). O movimento, contudo, segue como parâmetro estético-político até a atualidade. até a atualidade. Do mesmo modo, os documentários conheceram um impulso inédito na década. Depois dos influentes Arraial do Cabo (1959), de Paulo Cesar Saraceni, Aruanda(1960), em que o paraibano Linduarte Noronha reproduziu a vida de ex-escravos, e Maioria absoluta (1964), abordagem do analfabetismo por Leon hirszman, o produtor paulistaThomas Farkas mobilizou diversos cineastas na captura da vida e da cultura populares no Rio, São Paulo e Nordeste. Nomes como Geraldo Sarno, Maurice Capovilla e Paulo Gil Soares firmaram-se nessa série de documentários curtos (1965-1970) influenciados pela ética e as técnicas do cinema-verdade.

terça-feira, 30 de março de 2010

Bicicleta Quando Tudo Começou



Sobre ela, você passa momentos cheios de adrenalina, conhece lugares e ainda exercita o seu corpo. Nem sempre, porém, as pessoas puderam desfrutar desses prazeres como fazemos hoje.
A bicicleta precisou de muitas décadas até se aprimorar e se transformar neste equipamento do qual tanto gostamos.

O primeiro passo no processo de evolução da bicicleta ocorreu em 1816. Nesse ano, o barão alemão Karl Friederich von Drais adaptou uma direção ao Celerífero. Junto com o primeiro guidão, apareceu a "Draisiana", bicicleta que von Drais usou para percorrer o trajeto entre Beaun e Dijon, na França, à velocidade média de 15 km/h, o primeiro "recorde ciclístico". Os modelos de Drais se caracterizavam por uma série de acessórios.
Mas foi em 1820 que deu-se o grande passo da história ciclística: o escocês Kikpatrick McMillan adapta ao eixo traseiro duas bielas, ligadas por barras de ferro. Estas duas barras tinham a função de um pistão, eram acionadas pelos pés, o que provoca a avanço da roda traseira.

O primeiro pedal, no entanto, surgiu em 1855, inventado pelo francês Ernest Michaux, que o instalou num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira; os pedais eram ligados à roda dianteira e o invento ficou conhecido como "Velocípede".
Com o crescimento do número de entusiastas, as autoridades, de Paris principalmente, por volta de 1862, são obrigadas a criar caminhos especiais para os velocípedes nos parques, para que se não se misturassem com charretes e carroças. Surgiram, assim, as primeiras ciclovias, no mesmo ano em que é divulgada a primeira estatística: Ernest Michaux consegue fabricar 142 unidades em 12 meses.

Brasil Pós Guerra

Terminada a Segunda Guerra Mundial, o país se encotnrava em uma situação financeira boa,esse período significou uma grande abertura no âmbito político, assinalando o fim do "Estado Novo" que durou de 1937 até 1945 e trouxe a reboque eleições diretas e grandes facilidades econômicas.
Foi nesse contexto que a bicicleta chegou, principalmente as Européias. Nos já tínhamos alguns importadores em São Paulo (B. Herzog, Casa Luiz Caloi, Mappin Stores e Cassio Muniz), porém, a partir daí, numa escala muito maior, tornaram-se populares entre nós.
E é bom lembrar que o ano de 1948, foi e é extremamente importante para a História do Ciclismo no Brasil por dois motivos: 1º em 01/04/48, a Monark iniciou as suas atividades no país, montando bicicletas importadas da Suécia, vindo a produzi-las a partir dos anos 50. 2º na data de 10/04/48, a Caloi Indústria e Comércio, procedeu o requerimento de seu registro para abertura de firma na Junta Comercial de São Paulo. Como resultado, o nosso parque industrial ganhara duas fábricas de bicicletas.


Situação atual

Atualmente, segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira de Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), o Brasil é o 3º maior fabricante de bicicletas do mundo, atrás apenas da China e da Índia, países que concentram 76% da produção mundial.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Para Um Mundo Melhor

(Paulo e Nivaldo na horta)
( Fachada do Sitio)

(Casa da prece Chico Xavier)



O que era um sonho de dois amigos à partir de agosto de 1999 torna-se uma realidade na vida de Pedro Maziero Filho e Paulo Roberto Dessy nasce então a “Casa do caminho de Maria Nazaré” mais conhecido como AAPEHOSP(associação amigos dos pacientes egressos de hospitais psiquiátricos de Tupã).
Com o objetivo de ajudar pessoas que saem dos hospitais psiquiátricos e não tem para onde ir, visto que há atualmente uma eliminação de diferenças, sendo ela cultural, social, racial o que dirá de pessoas portadores de deficiências mentais acabam se tornando os maiores excluídos da sociedade começando pela família que os abandonam em hospitais e raramente vão visita-los isso quando fazem uma visita.
Por este motivo e com a preocupação da saúde e bem estar dessas pessoas que a entidade foi criada,onde eles ganham assim uma nova família que cuide deles, o que falta e necessita-se “ é de mais bondade e humanidade do que máquinas” já dizia Charles Chaplin.
Hoje comportando 150 pessoas, entre elas drogados,alcoólatras ,portadores de deficiência mental, ex- presidiários,andarilhos e acamados.
Todavia todos estes pacientes estão divididos em locais diferentes, na chácara localizado na Rodovia João Ribeiro de Barros, aproximadamente 1.000 metros da guarita Policial Rodoviária onde abriga16 pacientes em reabilitação, há na Alameda do Carmo e na Tapajós.
Todos assistidos são encaminhados para o ambulatório de saúde mental para avaliação psiquiátrica, recebendo os medicamentos específicos para cada um. Contam com médicos voluntários psiquiatra e clínico geral.

É dado atendimento às quarta- férias, no período da tarde pelo Dr. Antonio Masocato aos sábados também no período da tarde pela Dra. Elaine Orfeu Androvandi; acontece o mesmo com o psicólogo voluntário, que comparece assim que solicitado sendo alguns tratamentos encaminhados para o posto de saúde.
No entanto o que acaba atrasando muitas vezes o projeto é a falta de verba a entidade recebe todo mês uma verba fixa do governo mas os castos são muitos , 150 pessoas para manter mais 30 funcionário e com isso o dinheiro acaba sendo pouco; tendo assim que recorrer a outros meios.
Foi iniciado o cultivo de horticultura para produção de verduras e hortaliças, como também foi criado o orquidário com aproximadamente 30.000 mudas.As verduras e as orquídeas são comercializadas.
São desenvolvidas na chácara atividades de agropecuária e hortifrutigranjeiros aos pacientes que se encontram em tratamento de drogas e álcool sobe supervisão do Nivaldo Matos; vacas para produção de leite, porcos também para produção de banha e carne além de galinhas e patos.
Muitos são os fatores que contribuem para o aumento no uso das drogas e álcool.Entre esses estão desilusão, depressão e falta de objetivo na vida.
Outras razões são problemas econômicos, desemprego e o mau exemplo dos pais.
Alguns que têm dificuldade nos relacionamentos humanos usam o vício para ajudá-los a enfrentar eventos sociais. Acham que com isso irá aumentar sua confiança, fazendo com que se sintam espertos e apreciados
Dos pacientes em reabilitação já aconteceu de sair quatro casamentos no civil e oito amasiados, os pacientes se conheceram na casa se propuseram a sair do vício e construir uma família .

Prêmio

Foi criado o” Projeto 1 de maio”, que consiste em promover todos os assistidos, em que tiveram mais de seis meses em atividades desenvolvidas com selo e dedicação dentro da entidade e que não tiveram nenhuma falta grave ou recaída no vício , ao qual a entidade premiará com a contratação de no máximo três assistidos passando para condição de funcionários com carteira assinada.
Integração dos reabilitados na sociedade não é uma tarefa fácil pensando neste problema em 2006 foi feito um convenio entre a AAPEHOSP e a Prefeitura Municipal da Instancia Turista de Tupã, um concurso para preenchimento de vagas , onde houve contratação de um marcenaria, duas cabeleiras, duas costureiras, dois na área de reparos em eletrodomésticos, bordadeiras.
Houve um período de abrigaram crianças, os pais iam parar na entidade e não tinham com quem deixar os filhos, apesar da AAPEHOSP não ser uma entidade voltada para o amparo de crianças por um longo período chegou-se a ter em torno de 40 crianças.
Hoje há 14 crianças sendo filhos de três famílias sem residência que esta sob o controle da entidade.
É uma entidade ligada há Casa da Prece Chico Xavier, independente disso o atendimento é para amparo dos necessitados sendo eles espíritas, católicos e evangélicos.
A sede da entidade é na avenida. Tabajaras, onde abriga escritório, almoxarifado,e as quartas- feira e aos domingos, são feitas reuniões espíritas, composta por palestras, estudos , para assistidos e a sociedade em geral.
Mas o sonho não esta completo há ainda muitas coisas para serem feitas, e para isso depende de muitas pessoas, de um ato voluntário às vezes alguns minutos de seu tempo podem fazer toda a diferença,de doações sendo financeira , utensílios domésticos,roupase outros .

Índices atuais de atendimento:


Alcoólatras 21%
Usuários de drogas 01%
Sem residência 15%
Deficientes mentais 59%
Egressos de penitenciarias 03%
Famílias carentes sem residência 01%




Educação Escolar e Religiosa

O objetivo não é somente cuida do corpo físico, para que se recupera e possa voltar a se integrar na sociedade,é cuidar da alma também às sextas -feira recebem das 20 às 21 horas, aulas sobre educação religiosa , aos moradores da chácara aos domingos às 10:30 horas da manhã, onde de acordo a doutrina espírita recebem passes magnéticos e água fluidificada.
È permitido que cada um freqüente a religião que adotou , pois todos elevam ao mesmo ideal.
A entidade incentiva também as atividades escolares, moradores da casa voltaram a estudar matriculados nos curso supletivo.
E incentivando a participar dos trabalhos voluntários, como na chácara cuidando dos animais, da plantação, trabalhos artesanais como jardinagem e serviços gerais.


Organização

Uma organização é uma combinação de esforços individuais que tem por finalidade realizar propósitos coletivos. Por meio de uma organização torna-se possível perseguir e alcançar objetivos que seriam inatingíveis para uma pessoa.
Para os responsáveis da AAPEHOSP este é um lema essencial,cada departamento é divido por um responsável, os pacientes tem que seguir as normas da casa e ajudando nos trabalhos.

Promoções:Com freqüência a entidade realiza promoções para o aumento da verba e ajuda nas despesas.
Se quiser entrar em contato com a entidade a sede é na Tabajaras 575, ou pelos telefones:(14)3441-7235, 3496-3955 , 3491-6561.

Queda do Muro

O jornal e o jornalismo viram apêndices do modelo da sociedade capitalista e expressam a dialética de um modo de vida mercantilizado.
A empresa jornalística “vende” o jornal a sociedade, mas antes disso vendo ao poder econômico.

A informação e publicidade passam enfim a se fundir em um mesmo produto midiático.As mutações no campo da informação e da comunicação provocaram o aparecimento de um novo gênero jornalístico,o gênero cor-de-rosa,caracterizado pela sinterização de uma espécie de um produto jornalístico publicitário.Esse gênero esta presente na mídia de massa impressa e eletrônica e aparece em espaços noticiosos de todo mundo.

A noticia perde seu compromisso com a sociedade, como interesse privado,deixa de apresentar informação e passa a oferecer persuasão.No fim, esvasia-se a força do jornalismo como espaço de interesse publico já que este passa a ser mercantilizado.
Essa corrupção total dos padrões jornalísticos é intimidamente ligado e dependente do poder publico ou poder econômico.

È comum no universo da mídia a presença de publicidade pagas,apresentadas em forma e linguagem de noticia, com identificação de informe publicitário.
A informação é apresentada com adjetivação e a qualificação típicas de anúncios comerciais promocionais, recursos utilizados para motivar o leitor ao ato de consumo,muitas vezes estas noticias são redigidas pro publicitários.

È uma peça jornalística, carrega a intenção de promoção, esse misto de notícia publicitária produzidas por assessorias de imprensa, em muitas situações os releases são chamados de matérias frias projetado para irar uma disposição consumista.
Outra manifestação de invasão da publicidade das é a crescente tentativa empresas jornalísticas de entregar algumas seções de reportagens aos departamentos comerciais.Isso quase sempre gera noticia que não são classificados como publicidade embora estejam cheias de material promocional.
O setor publicitário sabe que depende da parte redatorial e o setor de redação que a empresa na sobreviveria nesse modelo capitalista de jornalismo sem os ingressos comerciais.

Casamento Fechado : No processo de negociação, a empresa vende o espaço publicitário para apresentação de um anuncio e oferece como bônus a divulgação da mesma mensagem da publicidade ou outro tema relativo ao cliente, em espaço editorial.Essa estratégia é comum na pequena e media imprensa,localizadas,principalmente em cidades pequenas.
Casamento Aberto: A semelhança entre o modelo casamento fechado, a noticia é usada como objeto de barganha em um contrato comercial com a empresa anunciante .Esse tipo de venda casada procura apenas disfarçar a

sexta-feira, 26 de março de 2010

Universo das Artes

Com o surgimento do romantismo surgiram idéias e arte popular como manifestação da tradição ou espírito de um povo, isto é folclore.
Surge a idéia política de nação e, com ela o fenômeno de nacionalismo.
Intelectuais e artistas europeus consideram que a nacionalidade consistia o espírito de um povo, o qual se exprimia a língua, nos costumes, na religião, nas artes.

No entanto, não se pode esquecer que os estados nacionais eram sociedades capitalistas e como tais, divididas em classes sociais: a burguesia capitalista, a pequena burguesia deformada por pequenos proprietários, funcionários públicos e intelectuais, trabalhadores industriais e rurais.
E com essa divisão ocorreu tais conseqüências, como: a cultura e as artes foram divididas em dois tipos a erudita(da elite), e a popular(ingênua), própria dos trabalhadores urbanos e rurais.A cultura e a arte populares receberam o nome de folclore, os mitos , lendas.

A arte da elite passou a ser de belas-artes dirigida para um público burguês, escolarizado, instruído.
Nas cidades, os operários e suas famílias foram criando uma cultura e arte próprias, chamadas de populares; passaram a fazer parte da grande massa de consumidores dos produtos industriais para os quais começaram a ser reproduzidos, em larga escala versões simplificadas e inferiores dos produtos de criação de arte da elite.
Assim, o bumba-meu-boi é folclore, o samba e o rapa são populares, um quadro da Tarsila do Amaral é erudita;a maioria dos filmes e novelas etc.;.são de massa.

Walter Benjamin esperava que a reprodução técnica das obras de arte promovesse a democratizam da cultura e das artes.
Ele não levou em conta o fato das obras de que a reprodução e a distribuição das obras seriam feitas por empresas capitalistas, visando o lucro e não a democratização das artes.

Sociedade Moderna

A partir da segunda revolução industrial e prosseguindo no que hoje é a sociedade pós-moderna, as artes, que haviam se liberado da submissão à religião, foram submetidas a uma nova servidão do mercado capitalista e a ideologia da industrial cultural.

A arte, existe para ser contemplada, no entanto, sob o controle econômico e ideológico das empresas de produção artística, a arte se transformou no seu oposto: um evento para tornar invisível tanto próprio trabalho criador dos artistas e das obras como a realidade.

Industria cultural não atinge apenas as obras de arte, mas as obras de pensamento, fazendo perde a força critica , inovadora e criadora.
Em vez de uma expressão artística e intelectual, passar haver mera vulgarização de informações.As obras de pensamento deixam de ser instigadoras de conhecimento para reduzir à divulgação rápida e simples de idéias cuja complexidade e a importância ficam perdidas.

Ser ou Não Ser

O Ser ou Não Ser –eis a questão, citado por Hamlet uma entre tantas obras do dramaturgo Willian Shakespeare, popularmente conhecida essa frase mas grotescamente mal interpretada. Shakespeare escreveu essa frase no século XVI e hoje em pleno século XXI vejo que essa simples frase meio sem nexo para muitos, mas tem todo significado para o que vivemos nos dias atuais.

O Brasil arcaico manda no Brasil moderno, que é frágil e superficial, deixou de ser colônia de Portugal para ser colônia do Brasil retrogrado.O atraso cumpre poderosas funções políticas e econômicas no Brasil um projeto de modernização social, política e econômica proposto para superar essa contradição que aprisiona a população.
A realidade dos brasileiros é uma vida precária com baixos salários,pessoas morrendo em fila de hospitais esperando para serem atendidas.Políticos corruptos, altos impostos, índice de violência cada vez mais altos as pessoas não se sentem mais seguras nem em seus lares.

Diariamente vemos noticias da situação do brasileiro, assistimos tudo de camarote, pessoas morrendo por falta de comida ou assistência medica.E o que fazemos?
Reclamamos que os políticos não fazem nada que a situação só piora, que os preços dos alimentos aumentam o custo de vida em si aumenta cada vez mais e so salário permanece sem alteração.
O Ser ou não Ser entre neste sentido, somos uma população de “Ser” não somos como Hamlet que optou pelo “Não Ser” e lutou contra todos chegando ate se passar por louco.
Louco! louco somos nos que não fazemos nada para mudar a situação do país que optamos pelo mais fácil e não vamos a luta contra os “poderosos”.

Resenha " A Cabana - Willian Young

A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana.
Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, "A Cabana" invoca a pergunta:
"Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?"
As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.
Willian Young faz você parar para pensar, temos fé ou simplesmente seguimos adotamos uma religião?Achando que pertecendo a uma instuição tudo em nossa vida será resolvido .
O que ele mostra é a situação das pessoas hoje, existe cada vez mais diferentes religiões, mas e a fé a crença em Deus . parece que todos esquecemos que isso é o principal.