O termo empregabilidade foi criado por José Augusto Minarelli no fim dos anos 90.
Diz respeito da capacidade de um profissional estar empregado, mas muito além disso, à capacidade do profissional de ter a sua carreira protegida dos riscos inerentes ao Mercado de Trabalho.A empregabilidade baseia-se à uma capacidade de adequação do profissional às novas necessidades e dinâmica dos novos mercados de trabalho.
Com o advento das novas tecnologias, globalização da produção, abertura das economias, internacionalização do capital e as constantes mudanças que vêm afetando o ambiente das organizações, surge a necessidade de adaptação a tais fatores por parte dos empresários e profissionais.
Uma vez que para torna-se um bom profissional é necessário competências e idoneidade:
Competências:
• Preparo Técnico
• Capacidade de Liderar Pessoas
• Habilidade Política
• Habilidade de Comunicação oral e escrita pelo menos em dois idiomas
• Habilidade em Marketin
• Capacidade de Novas recursos Tecnológicos
Idoneidade:
• Ética
• Conduta
• Correção
• Respeito
O mercado de trabalho, cada vez mais competitivo, busca profissionais com habilidades e competências renovadas. Atualmente busca-se um perfil profissional pautado na competência e no desenvolvimento de habilidades. Isso se deve ao fato de que o mercado de trabalho necessita de profissionais atualizados e conscientes de sua realidade. O bom empregador é um agente transformador ele dá ou concede oportunidades de crescimento pessoal, profissional, financeiro inclusive.
O bom empregador não julga ou fica preso a idéias pré-concebidas, é aquele que faz diferença na vida de um profissional, aperfeiçoando-o em todos os aspectos.
A empregabilidade relaciona-se com a realidade de todo e qualquer profissional. Para ser inserido no mercado de trabalho é importante que o profissional tenha consciência de suas verdadeiras competências e habilidades. Portanto, não basta apenas ter um diploma, a empregabilidade exige mais do que isso.
O profissional que tem competências e habilidades diversas é capaz de atuar em qualquer ambiente organizacional, proporcionando mudança e visão renovada.
Diante do mundo atual e globalizado, o mercado de trabalho exige constantes mudanças e atualização dos profissionais, por isso o ideal é preparar-se para exercer novas funções, caso contrário o profissional será considerado ultrapassado e sem valor para o mercado de trabalho.
A constante busca por profissionais qualificados é uma realidade atual e cabe ao profissional, de qualquer área, estar preparado e consciente de sua atuação, caso contrário estará automaticamente fora das exigências do mercado de trabalho.
E é neste contexto que entra o capital intelectual, é o nome dado a toda a informação transformada em conhecimento que se agrega àqueles que você já possui.Quando falamos da palavra Capital, pensamos em valores, em recursos.
Na empresa a palavra capital é representada pelo conjunto de elementos que o proprietário da empresa possui para iniciar suas atividades. Este capital pode ser dinheiro, imóveis, veículos, promissórias a receber, etc.
O Capital Intelectual é enfatizado neste trabalho como o conjunto de informações e conhecimentos encontrados nas organizações, onde agregam ao produto ou serviços valores mediante a aplicação da inteligência, e não do capital monetário
Devido a sua grande representatividade nas empresas o Capital Intelectual não deve ser subestimado e nem utilizado de forma ineficiente, acarretando em um gerenciamento ineficaz mas, investido, incentivado para assim trazer à empresa bons negócios e melhor rentabilidade. O Capital Intelectual é um recurso obtido exclusivamente dos seres humanos onde desenvolvem seu potencial , gerando conhecimento e inovando os objetivos das organizações, transformados em benefícios para as organizações e seus acionistas/proprietários.
Segundo Edvinsson e Malone(1998:9) para que exista capital intelectual precisamos de três fatores:
- Capital humano: composto pelo conhecimento, expertise, poder de inovação e habilidade dos empregados, além dos valores, cultura e a filosofia da empresa.
- Capital estrutural : inclui equipamentos de informática, softwares, banco de dados patentes, marcas registradas e tudo o mais que apóia a produtividade dos empregados.
- Capital de clientes : envolve o relacionamento com clientes e tudo o mais que agregue valor para os clientes da organização.
Pode-se concluir assim que o capital intelectual possui vantagens tanto para os empresários que terão funcionários cada mais qualificados como para os clientes.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
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